Borboletas e guardanapos
Si eu nao falo, é porque
não tenho nada para falar,
Não vou dizer nada, mesmo que to morta.
Pelas ruas, vou desenhando uma linha infinita.
Tenho um ar de pressa, um ar que amortalha as certezas…
Tenho uma garrafa cheia de desejos que naufragam em mim.
Mas, não vou falar nada, porque si eu falo, eu esqueço…
(Texto - Abril, 2014)
Não vou dizer nada, mesmo que to morta.
Pelas ruas, vou desenhando uma linha infinita.
Tenho um ar de pressa, um ar que amortalha as certezas…
Tenho uma garrafa cheia de desejos que naufragam em mim.
Mas, não vou falar nada, porque si eu falo, eu esqueço…
(Texto - Abril, 2014)
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